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A Arte do Carnaval é tema de exposição

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A poucos dias do carnaval, o clima é de folia nos centros culturais e museus da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Quatro exposições em cartaz fazem homenagens a carnavalescos, revivem grandes enredos que marcaram história na Sapucaí e exaltam escolas de samba.

No Centro de Artes Calouste Gulbenkian são as cores azul e branco de Nilópolis que colorem as paredes e salas com a mostra  “70 anos Beija-flor de sambas, enredos, memórias e comunidade”. Com patrocínio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, a Lei do ISS, a exposição reúne cerca de 200 itens para contar a trajetória da agremiação e comemorar seu aniversário de 70 anos.

A história da azul e branco da Baixada Fluminense é contada através de cadernos de enredos, troféus, medalhas, fotos e sambas antigos que nunca chegaram a ser gravados. As obras resgatam enredos, personagens e pretendem provocar uma reflexão sobre a importância do carnaval como acontecimento estético, cultural e social.

O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, na Praça Tiradentes, apresenta duas exposições com a temática carnavalesca: “O rei que bordou o mundo: poéticas carnavalescas na Acadêmicos do Cubango” e “Uma delirante celebração carnavalesca: o legado de Rosa Magalhães”. A primeira faz uma aproximação entre o universo das escolas de samba e a arte, através do enredo dos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad, que homenageou Bispo do Rosário. Já a segunda celebra o legado e trajetória da carnavalesca  Rosa Magalhães, uma das maiores campeões do Sambódromo carioca e que, este ano, assina o desfile da Portela.

Organizado pelo Projeto Carnavalize, que resgata a história da folia e presta homenagem a diversas personalidades, a exposição mostra como a carnavalesca influenciou uma série de artistas do carnaval e formou uma geração de apaixonados e admiradores.

No Museu de Arte do Rio, a exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção” explora os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos. Os curadores Nei Lopes, Evandro Salles, Clarissa Diniz e Marcelo Campos reuniram cerca de 800 itens para mostrar a história do samba carioca desde o século XIX.

SERVIÇO

“Exposição 70 anos Beija-flor de sambas, enredos, memórias e comunidade”

Centro de Artes Calouste Gulbenkian – Rua Benedito Hipólito, 125, Centro.

Até 22 de março. Entrada Gratuita.

“O rei que bordou o mundo” e “Uma delirante celebração carnavalesca: o legado de Rosa Magalhães”

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica – Rua Luís de Camões, 68, Praça Tiradentes. GRÁTIS.

Até 16 de março. Entrada gratuita.

Foto Diego Mendes

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