Home CARNAVAL Rio Imperatriz Leopoldinense apresenta sinopse para 2019

Imperatriz Leopoldinense apresenta sinopse para 2019

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JUSTIFICATIVA

A ideia básica deste desfile, que abrange alguns assuntos mais graves, é tratá-los através de metáforas ou de forma sempre bem – humorada, que aliás, faz parte de uma tradição do humor brasileiro.

O fato é que os dramas existem e estão ai plantados e, por uma hora e quinze minutos, esperamos proporcionar ao público um espetáculo leve e divertido apesar das mazelas.

Finalizando uma frase do cartunista Jaguar que sintetiza o nosso conceito: ” Está tudo tão sinistro que é preciso rir para poder respirar” 

Sinopse

O nosso enredo vai falar sobre o dinheiro e sua relação com o ser humano desde a sua invenção até a época atual. Ele é, sem dúvida alguma, um dos instrumentos de maior importância na vida econômica das nações e pessoas.

Para se certificar disso, bastará imaginar o que seria a vida sem dinheiro. Como poderíamos comprar e vender, receber e pagar, abastecermo-nos e economizar para o futuro, etc… Se ele não existisse?

Nosso desfile começa contando duas lendas clássicas que lançam uma luz sobre a justiça e a ganância humana pelo dinheiro.

A primeira fala de Robin Hood, herói mítico inglês (sec.XII), que roubava da nobreza, que vivia da exploração do povo através de impostos e taxas extorsivas e distribuia para todos os pobres.

A segunda lenda conta a história do Rei Midas, que recebeu dos deuses a capacidade de transformar em ouro tudo que tocasse. A dádiva virou maldição. Até mesmo sua filha predileta foi transformada por ele em ouro.

Em seguida vamos viajar até o século VII a.C. no reino da Lidia (atual Turquia), onde foram criadas as primeiras moedas. Depois veio o papel. Os chineses foram os primeiros a perceber a vantagem de lidar com o dinheiro na forma de documentos d e papel no século X.

Em se tratando do Brasil, começamos narrando a primeira relação de troca entre índios de descobridores em 1500: o escambo.

Somente quase dois séculos depois foi criada a Casa da Moeda na Bahia, marco da produção das primeiras moedas brasileiras, grandemente utilizadas na compra de escravos. Um capítulo hediondo da nossa história que durou quase 3 séculos.

Com a República e o progresso vieram inúmeros meios de guardar e investir dinheiro: depósitos bancários, aplicações financeiras e assim por diante. Também veio a divisão da sociedade em classes, denunciando uma enorme desigualdade de renda: Poucos com muito e muitos com tão pouco.

A chance de ascender a uma classe superior, com raríssimas exceções, é muito limitada. Com opor exemplo, de forma ilícita ou por um golpe de sorte, através de um prêmio acumulado na Loteria – a roda da fortuna.

Também abordamos o lado popular e bem -humorado do dinheiro com o personagem Tio Patinhas e o cofre do porquinho.

Encerramos o desfile falando de um futuro já presente através das moedas criptográficas – um sistema de recurso digital projetado para funcionar como um meio de troca. A partir de 2010, algumas empresas em escala global começaram a aceitar os Bitcoins.

E o carnaval do futuro? Desfiles intergaláticos?

A Imperatriz flutuando no espaço sideral ?

Aguardemos….

SETORIZAÇÃO

Setor 1 – As Lendas 

Abrimos o nosso desfile representando duas lendas importantes que se referem diretamente ao dinheiro : Robin Hood e a lenda de Midas.

Setor 2 – A invenção do dinheiro 

As mais antigas moedas que se conhecem foram feiras no Séc VII no Reino da Lidia (Turquia atual). Feitas de liga de ouro e prata, conhecida na época como ” Eletro”.

Cédulas não passam de pedaços de papel, mas são aceitas como dinheiro. O valor está no que elas representam. Os chineses foram os primeiros a lidar com o dinheiro na forma de documentos de papel.

Setor 3 – Terra Bra$ili$. O dinheiro do Brasil 

A história do dinheiro no Brasil começou de forma insólita logo após o descobrimento, com um fato importante par ao meio circulante brasileiro: o primeiro escambo. Ao desembarcar em terra, os portugueses, em um gesto amistoso, lançaram a praia um barrete vermelho, uma carapuça e um sombreiro. Os índios, imediatamente, responderam lançando um cocar de penas e um cocar de contas.

Nos períodos colonial e imperial até 1888, a economia brasileira sobrevivia através da exploração dos escravos trazidos da África e vendidos como mercadoria. Um dos períodos mais hediondos da nossa história.

Setor 4 – Tempos modernos

Hoje temos à disposição inúmeros meios de guardar e investir dinheiro: depósitos bancários, aplicações financeiras, cheques, cartões de crédito, caixas automáticos, previdência privada e etc..

Setor 5 – Roda da fortuna 

A roda da fortuna vai falar sobre as pessoas de origem humilde que através do talento pessoal ou da sorte conseguiram crescer na vida com sucesso financeiro .

Setor 6 – O folclore e o dinheiro 

Neste setor abordaremos o Tio Patinhas, o cofre do porquinho e também o dinheiro na teleficção.

Setor 7 – Dinheiro e o Carnaval do Futuro 

Em relação a0 dinheiro podemos anunciar que o futuro já começou através das moedas virtuais. A mais famosa delas é o Bitcoin.

E completando esse futuro “virtual” e o intergaláctico imaginamos a Imperatriz do futuro.

 

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